Filtros

Social

Notícias / 10 Outubro 2017

O professor de psicologia, Ben Ryan, nunca pensou que um dia viria a tornar-se engenheiro, mas tudo mudou após o nascimento do seu filho, que teve o seu braço amputado nos primeiros dias de vida.

O filho, Sol Ryan, nasceu com o braço esquerdo torcido e um coágulo fez com que o membro começasse a morrer, o que obrigou os médicos a amputar o membro 10 dias depois do seu nascimento.

Acontece que a tristeza para Ben virou "combustível" para uma invenção que pode fazer a diferença na vida de muitas crianças que tiveram membros amputados. Ben começou a ler estudos sobre a adaptação de próteses em crianças e percebeu que quanto mais cedo o seu filho tivesse uma, mais fácil seria usá-la de forma totalmente funcional.

Quando saiu do hospital, o bebé já não mexia o coto que os médicos deixaram. "Isso não era suficiente para o meu filho. Fui à cozinha, peguei numa esponja e coloquei-a no braço", contou Ben Ryan ao site sobre engenharia, Born to Engineer.

"Ao fim de dez segundos, ele levantou o braço e começou a bater nos brinquedos e a partir daí começou a usar os dois braços."

Desde então, Ben tem estudado engenharia e tem construído as próteses do filho. "Comecei com material que encontrava em casa: tubos de plástico, cola e chave de fendas. Depois percebi que a forma mais barata de fazer isto seria com uma impressora 3D", explica Ben. Para isso, usou o scanner da sua Xbox para conseguir uma imagem do coto do braço do filho e foi pedir ajuda ao Departamento de Engenharia da Universidade Bangor, no Reino Unido. Sol Ryan, agora com dois anos, está completamente adaptado.

"Ele disse-me: ‘Encaixa na perfeição’. Foi então que percebi que estava bem. Ele quis ir logo para a escola e mostrá-la aos amigos."

Mas isso não bastou e Ben Ryan decidiu ajudar outras crianças de outras partes do mundo, que só recebem próteses quando chegam à adolescência. "Estamos a testar o processo com 25 famílias de todo o mundo."

Vídeos / 10 Outubro 2017

Três adolescentes de Nysa, na Polónia, foram apanhados de noite pelas câmaras de videovigilânica da cidade a carregar vários cobertores. Isto aconteceu depois de terem visto um sem-abrigo deitado num banco de jardim, sem nada que o aconchegasse.

Este é dos poucos vídeos que publicamos com um gesto digno de partilha, onde os seus intervenientes não tinham qualquer objetivo de alcançar "likes" e reputação!

Vídeos / 9 Outubro 2017

Este episódio aconteceu nas ruas de Londres e mostra o momento em que um homem se cruza com uma mulher de saia e salto alto, e assim que a deixa de ver, não consegue evitar e acaba mesmo por virar-se para dar uma última olhadela... o problema é que se distraiu demasiado.

Assiste ao que lhe aconteceu! smiley

Imagens / 9 Outubro 2017

A estudante holandesa Noa Jansma, de 20 anos, usou o Instagram para denunciar os assédios que sofre diariamente ao circular pelas ruas de Amsterdão. Durante um mês, a jovem publicou selfies com os homens que lhe lançavam piropos enquanto ela caminhava.

Para isso criou um Instagram (@dearcatcallers ou "queridos assediadores", em tradução livre), onde a jovem partilha as fotografias com os seus agressores, que orgulhosamente posam para as fotografias. As legendas das selfies são os próprios piropos.

Clica aqui para ver tudo...

Vídeos / 6 Outubro 2017

Depois de acordar de uma cirurgia e ainda sob o efeito da anestesia, este adolescente ficou cara a cara com a enfermeira que lhe ia prestar os cuidados, quando do nada pede que esta tire a blusa.

A desinibição do jovem, devido aos efeitos secundários da anestesia, tornaram o diálogo hilariante! smiley

Vídeos / 4 Outubro 2017

Num posto de combustível em Sofia, na Bulgária, um jovem encontrava-se a fumar junto a uma bomba e recusou-se a apagar o cigarro, depois de um funcionário do local ter solicitado que o fizesse.

É então que o empregado do posto perde a cabeça e se aproxima do rapaz, para ele mesmo apagar o cigarro... mas nem imaginas como o fez, tens de ver! smiley

Vista Post a Post: Anuncio Paginação

Páginas